3/1/1980 - O Zé Maruta telefonou para a Comissão Organizadora do Encontro de Associações de Defesa do Património para sabermos pormenores sobre a nossa inscrição e participação no evento.
quarta-feira, 9 de setembro de 2020
terça-feira, 8 de setembro de 2020
DIÁRIO
2/1/1980 - Recebemos do Presidente da Câmara Municipal de Castro Verde cópias de ofícios-circulares anunciando um Encontro Inter- Associações de Defesa do Património a realizar em Santarém nos dias 25, 26 e 27 de janeiro. Em princípio estarei presente com o Zé Maruta.
Telefonou o Fernando Maruta que veio hoje de Castro . Não trouxe a cassete gravada com as modas do Grupo porque só hoje mesmo vão tentar fazer uma gravação em boas condições para nos enviarem.
Pedi ao Fernando Maruta para saber informações sobre a Tapada da Cavandela de modo a que possamos escrever um texto alusivo no próximo Boletim Informativo. Desde já foi-nos sugerido que a Tapada integrada na Herdade da Cavandela intervencionada pela Reforma Agrária, fosse protegida para se salvarem os gamos Dama Dama e toda a avifauna nela existente.
domingo, 6 de setembro de 2020
DIÁRIO
sábado, 5 de setembro de 2020
DIÁRIO
sexta-feira, 4 de setembro de 2020
CASTRO VERDE - TESTAMENTO - 1867
« "Decorre o mês de março de 1867. É o dia oito. Ele amanheceu limpo e luminoso, permitindo à vista humana, num raio de 50 quilómetros, lobrigar, a olho nu, todos os povos e montes que pintalgam de branco a paisagem alentejana. É só subir ao outeiro mais alto.
Montado no seu cavalo, um árabe de pura raça, ajaezado de acordo com o estatuto social e profissional que possuía, o Escrivão do Juízo Ordinário e Tabelião de Notas no Julgado de Castro Verde, João António Figueira, saiu cedo de casa e dirige-se à aldeia de São Marcos de Ataboeira, respondendo ao chamado de Perpetua Joaquina Carlado, a fim de escrever o seu testamento. Avisado de véspera o criado preparou a montada a tempo e mal o dono meteu a biqueira da bota caneleira no estribo, foi num ai que se viu sentado sobre a sela, mãos firmes a segurar a rédea e..."vamos lá, ó compadre, que se faz tarde!" »
2 http://www.trilhos-serranos.pt
3 - http://www.trilhos-serranos.pt
4 - http://www.trilhos-serranos.pt
quinta-feira, 3 de setembro de 2020
DIÁRIO
quarta-feira, 2 de setembro de 2020
DIÁRIO
terça-feira, 1 de setembro de 2020
segunda-feira, 31 de agosto de 2020
DIÁRIO
Depois fomos buscar as folhas impressas e agrafámos os Boletins para distribuir.
domingo, 30 de agosto de 2020
DIÁRIO
O Fernando Maruta ofereceu seis resmas de papel.
sábado, 29 de agosto de 2020
sexta-feira, 28 de agosto de 2020
DIÁRIO
quinta-feira, 27 de agosto de 2020
quarta-feira, 26 de agosto de 2020
terça-feira, 25 de agosto de 2020
segunda-feira, 24 de agosto de 2020
JARDIM DO PADRÃO
domingo, 23 de agosto de 2020
EM TRABALHO ASSOCIATIVO
sábado, 22 de agosto de 2020
DIÁRIO
Escrevi para o Grupo Coral anunciando a possibilidade de conseguirmos a gravação de um disco.
sexta-feira, 21 de agosto de 2020
DIÁRIO
Conheci o Dr. Arnaldo Soledade que me falou do Dr. Alves da Costa como estudioso da história do nosso concelho.
Telefonei ao Dr. Gito dando-lhe conhecimento da existência da Castra Castrorum e ele prometeu que iria colaborar connosco no Boletim Informativo.
quinta-feira, 20 de agosto de 2020
DIÁRIO
Pediram-me que entregasse uma cassete do Grupo Coral para apreciação da qualidade do mesmo com vista à edição de um disco.
quarta-feira, 19 de agosto de 2020
DIÁRIO
Fui à Biblioteca Nacional tentar tirar algumas fotocópias dos livros indicados.
Telefonei para a Secretaria de Estado da Cultura (Animação Cultural) para saber informações sobre o nosso pedido de apoio para gravação do disco do Grupo Coral. Não me adiantaram nada.
Amanhã vou à editora Sasseti para saber do seu interesse na edição de um disco do Grupo Coral.
CASTRO EM LISBOA
convívio pelo José Francisco Colaço Guerreiro e também com a
publicação do respetivo folheto que anunciava a realização dessa
Semana do Concelho de Castro Verde na Casa do Alentejo em
Lisboa, não há que deixar passar a oportunidade de relatar
algumas das particularidades que envolveram a sua realização e
também uma história engraçada que ocorreu por essa ocasião.
Nessa semana de Abril de 82 a Casa do Alentejo era como que
uma extensão da vila de Castro, tal o ambiente bairrista que se
conseguiu criar no seu interior. Há que realçar o excelente
trabalho e empenho do Colaço Guerreiro, que foi, diga-se, o
grande impulsionador desta inesquecível Semana.
Por quase todo o interior do magnífico edifício havia motivos
alusivos a Castro Verde e ao seu concelho. Mas foi no átrio, ao
nível do 1º andar, que se situaram as melhores representações
do ambiente alentejano e castrense.
Aí estava colocada uma maqueta, em tamanho natural, de uma
parte de uma cozinha típica da nossa terra, onde não faltava
nada do que se possa imaginar numa cozinha de uma casa de
um simples assalariado rural daquelas e anteriores épocas.
Quem se aproximasse da zona da sua chaminé e se desligasse
do ambiente circundante do átrio do edifício, sentia-se como se
estivesse nesse momento numa cozinha real em Castro. Todos
os visitantes adoraram a obra.
Nesse átrio acamparam durante a semana, num pequeno redil
com a respetiva palha, duas ovelhas levadas propositadamente
de Castro. Fizerem também as delícias dos visitantes.
Lá estavam as bancas da Somincor e da Castra Castrorum (onde
passei algumas horas durante a semana).
O jogo de futebol que se referencia no folheto (de que fui um dos
organizadores), realizou-se no campo do Futebol Benfica.
Foi um bom convívio entre todos os participantes apesar do
resultado desnivelado para uma das partes.
Vamos agora à história que refiro no início deste escrito.
No último dia da iniciativa – sábado, 17 Abril – logo a seguir ao
almoço convívio, realizou-se uma espécie de tarde cultural.
De entre os vários participantes, constava a atuação do Grupo
Coral Os Ganhões de Castro Verde, programada para as 4 da
tarde.
Com o aproximar dessa hora não se vislumbravam Ganhões no
interior do edifício.
Foi dado o alarme geral. Ninguém sabia onde estavam os
elementos do Grupo.
Às tantas lá aparece alguém que os descobriu!...
Parece que se encontravam na zona do Coliseu dos Recreios,
que ficava (e fica) na mesma rua e a cerca de 50 metros da Casa
do Alentejo.
Vou abrir aqui um parêntese para contextualizar e enquadrar a
realidade social da época em que se realizou esta iniciativa
castrense.
O 25 de Abril havia acontecido quase precisamente oito anos
antes. A sociedade começou a abrir-se a novas realidades (nem
sempre as melhores), nomeadamente na cidade de Lisboa.
Anexo ao edifício do Coliseu dos Recreios existia à data uma
espécie de cubículo, que no exterior anunciava um espetáculo do
tipo das “mil e uma noites”.
Quem a tal estivesse disposto poderia, mediante a introdução de
uma moeda de 10 escudos numa ranhura da porta do cubículo,
espreitar através de um óculo durante um certo tempo pré-
programado e assistir “on-line” às habilidades de umas tantas
odaliscas dos tempos modernos…
Era este o enquadramento do local onde os Ganhões
presumivelmente foram encontrados.
Disseram as “más línguas” da altura, que alguns dos nossos
conterrâneos lá iam à vez metendo a moedinha!...
Para gente que não estava habituada a estas “modernices” é
natural que se tenha generalizado algum descontrolo nos
horários…
Bem…, mas o que interessa é que às 4, cumprindo o que estava
programado, o Grupo lá estava em cima do palco para mais uma
bela atuação, muito aplaudida pelos castrenses e seus amigos
convidados, que enchiam o Salão Nobre da Casa do Alentejo.
Fica aqui registada a recordação desta Semana magnífica…
(credito Fernando Maruta)















































