domingo, 25 de outubro de 2020

DIÁRIO

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23/1/1980 - Fui à Casa do Alentejo buscar propostas para novos sócios e deixar o meu contacto ao Dr.  .
Candeias . 
O Zé Maruta foi levar  as folhas e o original do Boletim Informativo ao Joaquim do Rosário.
Fui à tipografia de Rio de Mouro buscar o orçamento.
Contactei o Joaquim do Rosário já à noite. 
 Pedi-lhe para ele policopiar amanhã o Boletim e arranjar orçamentos quanto antes. 
Escrevemos cartas para a D. Maria e para a UCP a propósito da Tapada da Cavandela mas ainda não foram enviadas.  

domingo, 4 de outubro de 2020

AS CAMPONESAS

DIÁRIO


22/1/1980 - Estive com o Zé Francisco Costa . Entregou-me os Títulos do Boletim Informativo que faltavam.
Recebemos carta da Casa do Alentejo em resposta à nossa em que nos oferecíamos para colaborar em atividades que se enquadrem no âmbito da nossa atividade.
Fui levar ao tio Zé Boletins-Propostas para sócios.
Estive com o Seténio. 
Entreguei o Boletim ao Zé Maruta para ele amanhã levar ao Joaquim. 

A PONTE

sábado, 3 de outubro de 2020

DIÁRIO

 21/1/980 - Falei com o Fernando Maruta sobre a questão da batida às raposas . Ele considerou o comunicado desnecessário.

Recebi o orçamento para a impressão do Boletim Informativo que tinha pedido numa tipografia de Rio de Mouro (5.500$00) .


sexta-feira, 2 de outubro de 2020

DIÁRIO


19-20/1/1980 - Passei o Boletim Informativo à máquina. 
Fiz comunicado sobre a batida às raposas.

quinta-feira, 1 de outubro de 2020

DIÁRIO


18/1/1980 - Tivemos conhecimento que alguns caçadores se insurgiram contra o Grupo em reunião que decorreu na Câmara, pelo facto de termos interferido para não ser autorizada a batida às raposas na Tapada da Cavandela. 
Falei com o Fernando e fui com ele mais o Zé Maruta à Faculdade de Ciências, para contacto com a Liga Portuguesa de Proteção dos Animais Selvagens. 
Fomos buscar papel para o Boletim Informativo. 
Fui levar uns papéis ao Zé Francisco Costa e buscar outros já desenhados. 

 

quarta-feira, 30 de setembro de 2020

DIÁRIO


17/1/1980 - A notícia que enviámos para os órgãos de comunicação social sobre a realização da Feira de São Sebastião foi publicada em vários jornais. 
Fui a uma tipografia buscar orçamento para reprodução do Boletim Informativo. 
Fui à Direção Geral do Património Cultural pedir informações sobre o subsídio para o Boletim e uma possível oferta de livros para uma biblioteca a abrir em Castro. 
Telefonei ao Joaquim e ao Fernando. 
Telefonei para a  RTP . No próximo domingo é possível que o correspondente vá a Castro filmar a feira. 
Mais tarde contactaram-me para irmos fazer uma reportagem sobre os gamos. 
Fui à Sasseti levar a cassete.

 

terça-feira, 29 de setembro de 2020

DIÁRIO

16/1/1980 - Fui à tipografia de Rio de Mouro buscar o orçamento para a impressão do Boletim Informativo. 
Fui à Direção Geral de Ordenamento e Gestão Florestal (Serv. de Caça) saber se o parecer que lhes tínhamos pedido estava já elaborado.
Fui à Secretaria de Estado da Cultura. Para já não há orçamento para apoios. 
Telefonei ao José F. Costa.
Telefonei para a RTP. Vão lá abaixo no domingo, aliás, vai o correspondente de Beja. Telefono-lhe amanhã a dizer que estarei lá.
Telefonei ao Dr. Alves da Costa pedindo-lhe elementos sobre a feira de São Sebastião.

 

segunda-feira, 28 de setembro de 2020

DIÁRIO


14/1/1980 - Contactei o Joaquim e o Fernando. Recebi a cassete do Grupo Coral.
Telefonei para a Editora Sasseti. Recebi o artigo do Dr. Alves da Costa.
A RTP ainda não confirmou a ida a Castro.
Telefonei para o Zè Luis ( Farmácia). 
Contactei o Zé Costa. 

domingo, 27 de setembro de 2020

DIÁRIO

13/1/1980 - Contactei o Joaquim e o Fernando.
Fui à Conferencia de Imprensa do Grupo de Trabalho Inter-Associações para divulgação da realização do I Encontro de Associações de Defesa do Património a realizar em Santarém. 

sábado, 26 de setembro de 2020

DIÁRIO


10/1/1980 - Telefonei ao Joaquim para este pedir orçamentos para a impressão do Boletim Informativo. 
Fui à televisão com o Zé Maruta. Contatámos o José Corte Real do País/País . Em princípio vamos com a equipa de filmagens a Castro no próximo dia 20.
Vou fazer comunicação para os órgãos de comunicação social noticiando a próxima Feira de São Sebastião. 

sexta-feira, 25 de setembro de 2020

DIÁRIO


10/1/1980 - Fui ao emprego do Zé Francisco Costa levar o trabalho do Boletim Informativo para ele desenhar. 
Fui à Direção Geral do Património Cultural saber qual tinha sido o teor do despacho do nosso pedido de  apoio traduzido na reprodução dos Boletins. Dificuldades alegadas. O Dr. Esaú aconselhou-me a fazer um pedido de subsídio para o efeito. 
Já andei por várias tipografias a pedir orçamentos.
telefonei para o Joaquim e para o Fernando a saber notícias. 
Telefonei para a Direção Geral de Gestão e Ordenamento Florestal para tratar do caso da batidas às raposas.
Telefonei para o Sr. Rui Ramalho, responsável dos serviços florestais de Beja.
Ainda não fui à RTP porque o Zé Maruta não teve disponibilidade. 

AINDA EM OBRA

terça-feira, 22 de setembro de 2020

DIÁRIO


8/1/1980 - Contactei o Joaquim do Rosário para que telefonasse ao Dr. Alves da Costa pedindo-lhe um historial das nossas igrejas com vista a instruir o pedido de classificação. Vai facultar-nos o que tiver. 
Pedi ao Fernando Maruta para que telefonasse para Castro a saber da cassete que o Grupo se tinha comprometido a enviar-nos para se entregar na editora . Informaram que vão gravar hoje outra vez porque as gravações anteriores não estavam em condições. 
Fui ao encontro marcado na Direção Geral do Ordenamento e Gestão Florestal. Vão dar-nos o parecer favorável. 
Soube que íam fazer uma batida às raposas na Tapada da Cavandela. Redigi um comunicado para ser policopiado alertando para as consequências desta iniciativa dentro de um espaço onde existe muita fauna protegida, designadamente os gamos. Vamos enviar para a comunicação social.
 

domingo, 20 de setembro de 2020

DIÁRIO

7/1/1980 - Fui à Direção Geral do Ordenamento e Gestão Florestal falar com o Sr. Peixoto e com a Drª Maria João ( gamos). Marcámos entrevista para amanhã às 16 horas com o Diretor de Serviços. 
Fui à Direção Geral do Património Cultural falar com o Dr. Esaú. Este não estava mas deixei carta com o pedido do Grupo para que eles nos façam a impressão dos Boletins Informativos. 
Fui à Secretaria de Estado da Cultura ( Literatura) falar coma Drª Isabel Simões. Como esta não se encontrava, deixei carta solicitando um subsídio para a nossa atividade editorial.

quinta-feira, 17 de setembro de 2020

DIÁRIO


5/1/1980 - Quase não dormi esta noite, tal como em muitas outras, a pensar nas nossas atividades associativas e em especial no que está a acontecer na Tapada da Cavandela com a dizimação dos gamos.
Lembrei-me que devíamos contatar a RTP para deslocar à Tapada uma equipa de filmagem. Vou providenciar para que tal aconteça.

 

VISTA DA TORRE

quinta-feira, 10 de setembro de 2020


 4/1/1980 - Fui à Direção Geral do Ordenamento e Gestão Florestal oferecer os préstimos do Grupo para colaborarmos na campanha nacional para salvar o lince a Serra da Malcata. Adiantei os nossos objetivos acerca da Tapada da Cavandela. Mostraram-se receptivos. 

Fui também À Secretaria de Estado da Cultura ( Gabinete de Literatura) informar-me da possibilidade de obtermos um apoio para a publicação do Boletim Informativo. Volto oportunamente com um pedido de apoio em ofício.

Telefonei ao Fernando Maruta. Ainda não sabia nada sobre a Tapada. Pedi-lhe que telefonasse ao Sr. João Colaço para colher informações sobre a situação real . Este disse que a questão jurídica da terra não estava ainda definida. A herdade onde a Tapada se insere continua a ser propriedade dos seus titulares embora a UCP faça a sua exploração. Nesta indefinição , a posse da terra pode voltar a todo o momento para os seus proprietários. 

Ao que consta a UCP parecia ter vontade de transformar a Tapada em fonte de receita desenvolvendo aí uma exploração pecuária com base nos gamos. 

Foi-nos sugerido o contacto com a Câmara para se saber da sua disponibilidade para expropriar a área da Tapada com vista a ser criado um parque natural para proteção dos gamos e de outras espécies . 

Pedi ao Fernando Maruta para falar com o Presidente. Em contacto com o mesmo , este garantiu a abertura da Câmara a este propósito e pediu-nos que lhe fornecêssemos um parecer favorável do organismo oficial competente que justificasse a utilidade publica do ato. 

Iremos desenvolver contactos nesse sentido. 

Enviei cartas para o Presidente da Câmara, para o Prof. Abílio e também as inscrições para o Encontro de Associações em Santarém. 


quarta-feira, 9 de setembro de 2020

DIÁRIO

 3/1/1980 - O Zé Maruta telefonou para a Comissão Organizadora do Encontro de Associações de Defesa do Património para sabermos pormenores sobre a nossa inscrição e participação no evento. 

terça-feira, 8 de setembro de 2020

DIÁRIO

 2/1/1980 - Recebemos do Presidente da Câmara Municipal de Castro Verde cópias de ofícios-circulares anunciando um Encontro Inter- Associações de Defesa do Património a realizar em Santarém nos dias 25, 26 e 27 de janeiro. Em princípio estarei presente com o Zé Maruta. 

Telefonou o Fernando Maruta que veio hoje de Castro . Não trouxe a cassete gravada com as modas  do Grupo  porque só hoje mesmo vão tentar fazer uma gravação em boas condições para nos enviarem.

Pedi ao Fernando Maruta para saber informações sobre a Tapada da Cavandela de modo a que possamos escrever um texto alusivo no próximo Boletim Informativo. Desde já foi-nos sugerido que a Tapada integrada na Herdade da Cavandela intervencionada pela Reforma Agrária, fosse protegida  para se salvarem os gamos Dama Dama e toda a avifauna nela existente. 

domingo, 6 de setembro de 2020

MOINHO DA ALTURA DE BEJA

DIÁRIO


26/12/1979 - Comecei a esboçar o Nº1 do Boletim Informativo.
Escrevi ao Presidente da Câmara pedindo para nos enviar fotografias das duas igrejas de modo a iniciar-se o processo de classificação como monumentos nacionais. 
Vamos avançar a campanha de sensibilização para a defesa da Tapada da Cavandela onde estão a ser mortos os gamos dama-dama lá existentes.
Vou começar a elaborar dois fascículos que intitulei "modas e Cantigas" e "Quadras que o Povo fez" . O primeiro transcreve modas dos "Ganhões" e o segundo , como o próprio nome indica, poesia popular . Com eles pensamos angariar alguns fundos para o Grupo. 

sábado, 5 de setembro de 2020

RUA DOS LEGUMES

DIÁRIO


24/12/1979 - Falei com o Presidente da Câmara . Pareceu estar disposto a colaborar com o Grupo. Falámos sobre a necessidade de de as Igrejas Matriz e dos Remédios serem classificadas como monumentos nacionais. Abordámos outras questões, entre as quais, a construção de uma biblioteca no Celeiro da Comenda onde eu , pessoalmente, gostava de ver instalado um museu de história e etnografia.
Chamou-me a atenção para outras frentes de trabalho do Grupo, nomeadamente a tapada da Cavandela. Precisamos de obstar a que ela seja completamente destruída no meu da indiferença de toda a gente. Vamos desenvolver contactos nesse sentido para salvar o que resta dos gamos "dama dama" lá existentes.

sexta-feira, 4 de setembro de 2020

CASTRO VERDE - TESTAMENTO - 1867

« "Decorre o mês de março de 1867. É o dia oito. Ele amanheceu limpo e luminoso, permitindo à vista humana, num raio de 50 quilómetros, lobrigar, a olho nu, todos os povos e montes que pintalgam de branco a paisagem alentejana. É só subir ao outeiro mais alto.

Montado no seu cavalo, um árabe de pura raça, ajaezado de acordo com o estatuto social e profissional que possuía, o Escrivão do Juízo Ordinário e Tabelião de Notas no Julgado de Castro VerdeJoão António Figueira, saiu cedo de casa e dirige-se à aldeia de São Marcos de Ataboeira, respondendo ao chamado de Perpetua Joaquina Carlado, a fim de escrever o seu testamento. Avisado de véspera o criado preparou a montada a tempo e mal o dono meteu a biqueira da bota caneleira no estribo, foi num ai que se viu sentado sobre a sela, mãos firmes a segurar a rédea e..."vamos lá, ó compadre, que se faz tarde!" » 

Assim começa o interessante trabalho romanceado do Professor Abílio Pereira de Carvalho sobre o enquadramento histórico-cultural da realidade local e a análise com explicação, de um testamento singular lavrado no século XIX, para consignar as disposições de ultima vontade de uma abastada e criteriosa senhora moradora no nosso concelho. 

Foi este estudo divulgado em quatro publicações no blogue "Trilhos Serranos" da autoria do Dr. Abílio P. Carvalho, que hoje, com a devida vénia, temos o prazer de aqui divulgar , indicando os quatro links que dão acesso a cada das partes em que foi dividido. 

Aconselhamos vivamente a leitura deste trabalho para quem se interessa e deseja aprofundar o conhecimento das história de Castro Verde e ao historiador, renovamos a nossa gratidão e expressamos a nossa admiração de sempre. 

1- http://www.trilhos-serranos.pt/index.php/historia/467-castro-verde-testamento-i.html?highlight=WyJjYXN0cm8iLCJ2ZXJkZSIsInRlc3RhbWVudG8iLCJjYXN0cm8gdmVyZGUiLCJjYXN0cm8gdmVyZGUgdGVzdGFtZW50byIsInZlcmRlIHRlc3RhbWVudG8iXQ==

http://www.trilhos-serranos.pt/index.php/historia/468-castro-verde-testamento-ii.html?highlight=WyJjYXN0cm8iLCJ2ZXJkZSIsInRlc3RhbWVudG8iLCJjYXN0cm8gdmVyZGUiLCJjYXN0cm8gdmVyZGUgdGVzdGFtZW50byIsInZlcmRlIHRlc3RhbWVudG8iXQ==

3 - http://www.trilhos-serranos.pt/index.php/historia/469-castro-verde-testamento-iii.html?highlight=WyJjYXN0cm8iLCJ2ZXJkZSIsInRlc3RhbWVudG8iLCJjYXN0cm8gdmVyZGUiLCJjYXN0cm8gdmVyZGUgdGVzdGFtZW50byIsInZlcmRlIHRlc3RhbWVudG8iXQ==

4 - http://www.trilhos-serranos.pt/index.php/historia/471-castro-verde-testamento-iv.html?highlight=WyJjYXN0cm8iLCJ2ZXJkZSIsInRlc3RhbWVudG8iLCJjYXN0cm8gdmVyZGUiLCJjYXN0cm8gdmVyZGUgdGVzdGFtZW50byIsInZlcmRlIHRlc3RhbWVudG8iXQ==


DIÁRIO


22/12/1979 - Os pássaros que trouxemos foram distribuídos pelas gaiolas do Jardim do Padrão

quinta-feira, 3 de setembro de 2020

DIÁRIO


21/12/1979 - Fui para Castro. Levei os Boletins Informativos para distribuição. O Fernando Maruta foi comigo mas não trouxe o gravador do Seténio, conforme tínhamos combinado, para gravarmos o Grupo Coral e depois entregarmos o som à editora para apreciação, com vista à gravação de um disco. 
Distribuímos os Boletins na Farmácia e na Cooperativa. Falámos com a Direção e pedimos para nos deixarem enviar de Lisboa os próximos, mensalmente.
Falei com o Senhor Marques com vista à colocação dos pássaros no Jardim do Padrão. Mandou chamar o tio António Venâncio e combinámos a sua colocação  nas gaiolas. 

quarta-feira, 2 de setembro de 2020

DIÁRIO


20/12/1979 - Fui buscar os pássaros para levar para as gaiolas do Jardim do Padrão que se encontram praticamente vazias. Levo vinte e três bicos, incluindo pintassilgos, verdelhão, pintaroxo, lugre, chamariz e tentilhão. Custo 800$00.

FAMÍLIA CASTRENSE

terça-feira, 1 de setembro de 2020

CASTRENSES


19/12/1979 - .Enviei cartas para os órgãos de comunicação social dando a notícia da publicação do primeiro número do Boletim Informativo da Castra Castrorum.

segunda-feira, 31 de agosto de 2020

DIÁRIO

18/12/1979 - O Zé Maruta foi buscar o papel e entregou-o ao Joaquim do Rosário.
Depois fomos buscar as folhas impressas e agrafámos os Boletins para distribuir.

domingo, 30 de agosto de 2020

DIÁRIO

17/12/1979 - Levei o Boletim Informativo nº0 ao Joaquim do Rosário para este se encarregar de o policopiar. 
O Fernando Maruta ofereceu seis resmas de papel.

sexta-feira, 28 de agosto de 2020

DIÁRIO

13/12/1979 - O Joaquim do Rosário e o Fernando Maruta telefonaram dizendo que podiam policopiar  o Boletim Informativo. 
Fui com o Zé Maruta ao emprego do Zé Francisco Costa para falarmos sobre a capa. Ficou combinado que amanhã estará pronta e será entregue. 

sábado, 22 de agosto de 2020

NOTAS DE MEMÓRIAS

DIÁRIO

8/12/1979 - Contatei o Zé Francisco Costa. Dei-lhe os elementos para ele proceder à feitura da primeira página do Boletim Informativo nº 0 da Castra Castrorum. 
Escrevi para o Grupo Coral anunciando a possibilidade de conseguirmos a gravação de um disco.

HISTÓRIA LOCAL

sexta-feira, 21 de agosto de 2020

DIÁRIO

3/12/1979 - Fui à Biblioteca Nacional pesquisar dados sobre Castro.
Conheci o Dr. Arnaldo Soledade que me falou do Dr. Alves da Costa como estudioso da história do nosso concelho.
Telefonei ao Dr. Gito dando-lhe conhecimento da existência da Castra Castrorum e ele prometeu que iria colaborar connosco no Boletim Informativo. 

quinta-feira, 20 de agosto de 2020

DIÁRIO

29/11/1979 - Telefonei à editora Sasseti. 
Pediram-me que entregasse uma cassete  do Grupo Coral para apreciação da qualidade do mesmo com vista à edição de um disco.

quarta-feira, 19 de agosto de 2020

DIÁRIO

28/11/1979 - Fui à Direção Geral do Património Cultural buscar bibliografia sobre Castro. 
Fui à Biblioteca Nacional tentar tirar algumas fotocópias dos livros indicados.
Telefonei para a Secretaria de Estado da Cultura (Animação Cultural) para saber informações sobre o nosso pedido de apoio para gravação do disco do Grupo Coral. Não me adiantaram nada. 
Amanhã vou à editora Sasseti para saber do seu interesse na edição de um disco do Grupo Coral. 

CASTRO EM LISBOA

Com a feliz recordação da iniciativa, trazida para este nosso
convívio pelo José Francisco Colaço Guerreiro e também com a
publicação do respetivo folheto que anunciava a realização dessa
Semana do Concelho de Castro Verde na Casa do Alentejo em
Lisboa, não há que deixar passar a oportunidade de relatar
algumas das particularidades que envolveram a sua realização e
também uma história engraçada que ocorreu por essa ocasião.
Nessa semana de Abril de 82 a Casa do Alentejo era como que
uma extensão da vila de Castro, tal o ambiente bairrista que se
conseguiu criar no seu interior. Há que realçar o excelente
trabalho e empenho do Colaço Guerreiro, que foi, diga-se, o
grande impulsionador desta inesquecível Semana.
Por quase todo o interior do magnífico edifício havia motivos
alusivos a Castro Verde e ao seu concelho. Mas foi no átrio, ao
nível do 1º andar, que se situaram as melhores representações
do ambiente alentejano e castrense.
Aí estava colocada uma maqueta, em tamanho natural, de uma
parte de uma cozinha típica da nossa terra, onde não faltava
nada do que se possa imaginar numa cozinha de uma casa de
um simples assalariado rural daquelas e anteriores épocas.
Quem se aproximasse da zona da sua chaminé e se desligasse
do ambiente circundante do átrio do edifício, sentia-se como se
estivesse nesse momento numa cozinha real em Castro. Todos
os visitantes adoraram a obra.
Nesse átrio acamparam durante a semana, num pequeno redil
com a respetiva palha, duas ovelhas levadas propositadamente
de Castro. Fizerem também as delícias dos visitantes.
Lá estavam as bancas da Somincor e da Castra Castrorum (onde
passei algumas horas durante a semana).
O jogo de futebol que se referencia no folheto (de que fui um dos
organizadores), realizou-se no campo do Futebol Benfica.
Foi um bom convívio entre todos os participantes apesar do
resultado desnivelado para uma das partes.
Vamos agora à história que refiro no início deste escrito.
No último dia da iniciativa – sábado, 17 Abril – logo a seguir ao
almoço convívio, realizou-se uma espécie de tarde cultural.
De entre os vários participantes, constava a atuação do Grupo
Coral Os Ganhões de Castro Verde, programada para as 4 da
tarde.
Com o aproximar dessa hora não se vislumbravam Ganhões no
interior do edifício.
Foi dado o alarme geral. Ninguém sabia onde estavam os
elementos do Grupo.
Às tantas lá aparece alguém que os descobriu!...
Parece que se encontravam na zona do Coliseu dos Recreios,
que ficava (e fica) na mesma rua e a cerca de 50 metros da Casa
do Alentejo.
Vou abrir aqui um parêntese para contextualizar e enquadrar a
realidade social da época em que se realizou esta iniciativa
castrense.
O 25 de Abril havia acontecido quase precisamente oito anos
antes. A sociedade começou a abrir-se a novas realidades (nem
sempre as melhores), nomeadamente na cidade de Lisboa.

Anexo ao edifício do Coliseu dos Recreios existia à data uma
espécie de cubículo, que no exterior anunciava um espetáculo do
tipo das “mil e uma noites”.
Quem a tal estivesse disposto poderia, mediante a introdução de
uma moeda de 10 escudos numa ranhura da porta do cubículo,
espreitar através de um óculo durante um certo tempo pré-
programado e assistir “on-line” às habilidades de umas tantas
odaliscas dos tempos modernos…
Era este o enquadramento do local onde os Ganhões
presumivelmente foram encontrados.
Disseram as “más línguas” da altura, que alguns dos nossos
conterrâneos lá iam à vez metendo a moedinha!...
Para gente que não estava habituada a estas “modernices” é
natural que se tenha generalizado algum descontrolo nos
horários…
Bem…, mas o que interessa é que às 4, cumprindo o que estava
programado, o Grupo lá estava em cima do palco para mais uma
bela atuação, muito aplaudida pelos castrenses e seus amigos
convidados, que enchiam o Salão Nobre da Casa do Alentejo.
Fica aqui registada a recordação desta Semana magnífica…
(credito Fernando Maruta)

segunda-feira, 17 de agosto de 2020

AS CAMPONESAS - 11/3/1984

DIÁRIO

23/11/1979 - Fui à Direção Geral do Património Cultural ( Biblioteca Nacional)

Conversei com a Drª Nídia que prometeu arranjar-me elementos para o estudo do nosso património. Falámos acerca dos monumentos nacionais do nosso concelho e ela disse-me que só a Igreja de São Miguel e o "Castro" de Castro Verde estavam registados. Incitou-nos a tratar do registo dos outros monumentos.

domingo, 16 de agosto de 2020

GRUPO CORAL

22/11/1979 - Fui à Secretaria de Estado da Cultura com o Zé Maruta. Contatamos o Sr. Madeira Luis da Animação Cultural e o Sr. Guardado que prometeram fazer os possíveis para nos darem apoio para conseguirmos a desejada gravação de um disco do nosso Grupo Coral.

sábado, 15 de agosto de 2020


19/11/1979 - Enviei cartas para dez empresas pedindo prémios para a prova de atletismo.

A MESMA RAIZ : OS CARAPINHAS

A MESMA RAIZ : OS CARAPINHAS: "OS CARAPINHAS" de Castro Verde Escola de Cante Alentejano criada em 17/3/1987 pela Castra Castrorum

sexta-feira, 14 de agosto de 2020

DIÁRIO

15/11/1979 - Tenho prontas as cartas para os orgãos de informação, Presidente da Câmara , Sociedade e Clube. Fui ter com o Zé Francisco Costa mas ele não foi hoje ao serviço.

Fiz o rascunho de cartas para empresas solicitando a sua colaboração com prémios para atribuirmos na prova de atletismo que pensamos organizar pelo Natal em Castro.

Pensou-se em fazer a gravação de um disco ou cassete do Grupo Coral.

ROUPARIA

quarta-feira, 12 de agosto de 2020

COMENTÁRIO de Abílio Pereira de Carvalho

Neste tempo ”digitalizado”, de ágeis polegares a matraquear “sms” ou a fazer deslizar o ecrã dos telemóveis e smartphes para cima e para baixo, trazer à luz dos tempos que correm a forma como se divulgavam conheciment…Ver mais

terça-feira, 11 de agosto de 2020

RETOMA

PARALELAMENTE à criação do Grupo "CASTRA CASTRORUM" no Facebook no dia 6 de agosto de 2020, voltamos a partir de hoje a dinamizar este blogue Jose Guerreiro Administrador · 3 d Neste espaço vão publicar-se trabalhos e iniciativas desenvolvidas no âmbito da "Castra Castrorum" , associação criada para divulgar e dinamizar o património natural e cultural do concelho de Castro Verde. Vamos situar-nos entre 31/10/1979 ( data em que levámos à pratica a ideia) e 15/9/1988 ( data em que suspendemos as atividades para as integrarmos na CORTIÇOL - Cooperativa de Informação e Cultura, CRL entretanto criada em Castro) e daremos a conhecer a quantos nos seguirem , parte da história e da vida do nosso concelho.